Terça-feira, 31 de Julho de 2007
Frutas e legumes na reincidência de cancro da mama

    Vários estudos já vieram comprovar que quem consome mais frutos e legumes tem menos possibilidade de vir a ter cancro. No entanto, segundo um estudo publicado no Journal of the American Medical Association, o consumo do dobro da quantidade recomendada de frutas e legumes não reduz os riscos de reincidência do cancro da mama.

    Neste estudo, metade das mulheres seguiu uma dieta que duplicava as quantidades recomendadas do consumo de legumes e frutas e com uma redução das matérias gordas. A outra metade seguiu uma dieta normal, consumindo cinco frutas e legumes. Após o fim do estudo, todas as participantes foram seguidas durante um ano.

    Apesar da taxa de reincidência de cancro da mama ter sido a mesma nos dois grupos (17%), foi claramente menos elevada do que aquela que era esperada pelos investigadores para o grupo de consumo normal (30%).

 

    Ficamos claros de que o consumo de frutas e legumes reduz a reincidência de cancro da mama, sendo que, não é com o aumento das quantidades consumidas que a reincidência irá também diminuir. Se ficarmos pelas quantidades normalmente recomendas (3 doses de fruta e duas doses de vegetais) já estaremos a consumir as quantidades adequadas para prevenção do cancro.

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publicado por Cátia Pontes às 18:20
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Quinta-feira, 26 de Julho de 2007
Sabia que...

No rótulo de um produto alimentar, a lista de ingredientes aparece por ordem decrescente de quantidade, ou seja, da maior para a menor quantidade?

 

Sendo assim, deve ter atenção aos primeiros ingredientes que aparecem no rótulo dos produtos que consome habitualmente, preferindo sempre os que têm menos açúcar, sal e gordura.

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publicado por Cátia Pontes às 17:41
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Quarta-feira, 25 de Julho de 2007
Que bela notícia!

"No ano em que celebra 25 anos de actividade, a Associação Portuguesa dos Nutricionistas (APN) cria o certificado do nutricionista, para dar garantias ao cidadão de que o profissional que o está a atender é um Nutricionista, com formação universitária, especialista em nutrição e alimentação e que está incoporado numa associação profissional.

 

Para Alexandra Bento, presidente da APN, "a criação e distribuição deste certificado a todos os nutricionistas associados da APN é fundamental para acabar com os "falsos nutricionistas", uma vez que existem muitas pessoas a trabalhar na área, sem as competências necessárias, ou seja, sem serem nutricionistas."

 

Estamos a caminhar na direcção certa!!!

 

 

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publicado por Cátia Pontes às 12:34
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Facto ou Mito: A margarina contém menos gordura que a manteiga?

Mito

A manteiga e a margarina contêm diferentes tipos de gordura, mas ambas contêm a mesma quantidade (entre 85 a 90%). A diferença é que a manteiga é rica em ácidos gordos saturados, que são mais prejudiciais à saúde, do que a margarina que contém mais ácidos gordos polinsaturados. No entanto, ambas devem ser consumidas com moderação. 

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publicado por Cátia Pontes às 11:23
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2007
Dieta Mediterrânica é candidata a património cultural da UNESCO

   A Dieta Mediterrância pode vir a tornar-se património cultural imaterial da UNESCO. Quem partiu para a candidatura foram "nuestros hermanos", mas contam com o apoio de outros países como Portugal, Grécia, França e Itália.

   O objectivo é dar a conhecer ao resto do mundo a alimentação e tradição que predominam nos países mediterrânicos e fomentar a vida saudável.

   Mas o que é que caracteriza, afinal, a dieta mediterrânica?

   A dieta mediterrânica nasceu nos anos 50, quando um investigador americano, resolve vir à Grécia, Itália e Espanha para estudar o porquê da reduzida incidência de doenças cardíacas e de excesso de colesterol nestas populações.

  O padrão alimentar que ele encontrou nestas populações caracterizava-se pelos seguintes aspectos:

  • a comida era distribuida por 5 a 6 refeições diárias;
  • as refeições utilizam um conjunto variado de alimentos, em pequenas porções;
  • é elevado o consumo de pão e de outros alimentos à base de cereais, e de leguminosas secas;
  • utilização de produtos hortícolas e frutos;
  • utilização permanente e predominante de azeite, para cozinhar e temperar;
  • consumo moderado de lacticínios, mais frequente sob a forma de queijo e iogurte;
  • consumo de carnes vermelhas poucas vezes por mês;
  • as bebidas preferidas são o vinho tinto, os chás e as infusões de ervas.

   Este tipo de alimentação é um bom modelo para outros países ocidentais, sendo por isso importante reabilitar e repromover a alimentação mediterrânica entre as populações, com o objectivo de diminuir a propagação de modelos nocivos de alimentação, característicos das sociedades modernas.

publicado por Cátia Pontes às 10:59
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Sexta-feira, 13 de Julho de 2007
Jamie Oliver

   Jamie Oliver, o famoso chef de cozinha britânico, tem apostado no seu trabalho, em mudar hábitos alimentares nas escolas em “terras de sua  majestade”. Dando vida à campanha School Food Trust (http://www.schoolfoodtrust.org.uk/), uma campanha que tem o objectivo de melhorar a alimentação nas escolas, tem vindo a pedir o apoio de figuras conhecidas, como o jogador de futebol Frank Lampard, para darem também a “cara” por esta causa. Mas como estas boas iniciativas nunca agradam a todos, Jamie Oliver tem sido alvo de polémicas e de protestos por parte dos pais, que simplesmente não querem comida saudável nas escolas, organizando assim protestos contra as ementas saudáveis!!!

   No site de Jamie Oliver (http://www.jamieoliver.com), pode-se ler o seu manifesto, onde ele descreve o que deverá acontecer para que diminuam os índices de obesidade neste país:

   “Nas escolas: tornar obrigatório que todas as crianças tenham aulas de culinária, de modo a que elas adquiram conhecimentos sobre os alimentos e hábitos alimentares saudáveis, enquanto são jovens;

    Para os professores: recrutar e formar novos professores de culinária, pois de outra forma, a obrigatoriedade das lições de culinária não irá avante.

   Para os directores das escolas: dar poder aos directores das escolas para que as tornem locais livres de “junk food”

   Para os pais: educar os pais e ajudá-los a compreender as noções básicas de culinária e de uma alimentação responsável.
  Para as cozinheiras: investir em cozinheiras que tenham formação adequada e em que lhes sejam pagas as horas suficientes para poderem cozinhar com ingredientes frescos

   Executar um plano estratégico para 10 anos e organizar campanhas de longa duração, de modo a que as pessoas voltem a ter uma dieta adequada e persuadir (e possivelmente assustar, se for preciso) o público a fazer melhores escolhas.”

 

…e que hajam muitos mais “Jamie Oliver” por este mundo fora!

publicado por Cátia Pontes às 18:03
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