Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011
Leite de vacas noctívagas para as insónias

 

 

O leite retirado entre as 2h e 4h da manhã é 25 vezes mais rico em melatonina. A empresa alemã Nachtmilchkristalle lançou um leite de vaca rico nesta hormona do sono – produzida por diversos animais (e plantas) e é o produto de secreção da glândula pineal (participa na organização temporal dos ritmos biológicos).

Tomar um copo de leite para atenuar as noites em claro pode funcionar de forma inacreditavelmente positiva. As virtudes deste leite dependem particularmente da ordenha. Os animais são banhados por uma luz vermelha que favorece o sono e a sua produção de melatonina.

Sendo assim, beneficiam igualmente de um regime alimentar especial e rico em luzerna, favorável à produção desta hormona. Geralmente, esta hormona sujeita a prescrição médica é extraída graças a um procedimento de congelamento de cristais.

Neste momento, é apenas comercializada na Alemanha, em doses de nove gramas, e não é considerada um medicamento.

O recente produto poderá constituir-se como uma substância soporífera ao alcance de todos nós. Pode ser misturada num iogurte uma hora antes de se ir ara a cama e a dose garante um sono repousado, segundo avança a empresa.

 

Fonte: www.cienciahoje.pt

 

publicado por Cátia Pontes às 10:11
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Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011
Pequeno-almoço não tem de ser a maior refeição do dia

 

Um estudo realizado por investigadores alemães afirma que é mito o facto de se acreditar que o pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia e que comer mais de manhã significa consumir menos calorias ao longo do dia. A investigação publicada no «Nutrition Journal» revela que a quantidade não é reduzida durante o almoço e o jantar e que a necessidade de mais calorias não é suprimida.

A Associação Britânica de Dietética diz que comer um bom pequeno-almoço é muito importante para uma dieta equilibrada e que começar o dia com uma refeição bem calórica está associada à perda de peso. Uma equipa da Universidade de Munique discorda.

Para o efeito, os cientistas seguiram um grupo de 400 pessoas durante duas semanas e os pacientes registavam em diário aquilo que comiam, os horários das refeições e o que pesavam na altura. Alguns tinham um grande pequeno-almoço, outros comiam de forma regrada e os restantes saltavam-no.

Os primeiros consumiam umas 400 calorias durante a primeira refeição do dia e verificou-se que no final do dia tinham consumido precisamente 400 calorias a mais do que os outros, no final do dia. Volker Schusdziarra, líder da investigação, explicou que as pessoas não comem menos ao longo do dia só porque tiveram um grande pequeno-almoço de manhã.

Contudo, os especialistas continuam a defender a importância da refeição matinal. Está confirmado, segundo a Associação Britânica de Dietética, que quem come o pequeno-almoço tem uma dieta mais equilibrada do que os que saltam esta refeição – têm menos tendência para a obesidade, perdem peso com mais facilidade e reduzem o risco de doenças cardíacas. “Não comer de manhã pode incentivar a comer alimentos menos saudáveis e menos nutritivos”, refere a associação.

 

Fonte: www.cienciahoje.pt

publicado por Cátia Pontes às 15:56
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Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011
Peptídeos derivados de ovo diminuem a hipertensão

Cientistas da Universidade Autónoma de Madrid, Espanha, estudaram a capacidade vasodilatadora dos peptídeos obtidos após a hidrólise enzimática das proteínas da clara do ovo. Num artigo recente, demonstram que o seu estudo pode ter aplicações terapêuticas na prevenção e tratamento da hipertensão.

 

Nos últimos anos, vários estudos têm demonstrado que certos peptídeos, incluídos na sequência de determinadas proteínas alimentares, podem actuar modulando alguns processos fisiológicos, dando lugar a novas aplicações terapêuticas para prevenção ou tratamento de doenças crónicas.

 

Entre estas doenças destaca-se a hipertensão, um dos principais factores de risco cardiovascular. Um dos mecanismos envolvidos no desenvolvimento desta doença é o aumento da resistência vascular periférica, ou seja, o aumento da resistência ao fluxo sanguíneo em artérias de pequeno diâmetro responsáveis por controlar a resistência vascular.

 

Um grupo do Departamento de Farmacologia da Universidade Autónoma de Madrid (UAM), liderado pelo professor Mercedes Salaices, investigou, em colaboração com o Instituto de Investigação em Ciências da Alimentação (CSIC-UAM), a capacidade vasodilatadora dos peptídeos obtidos após hidrólise enzimática de proteínas da clara do ovo.

 

Este trabalho, publicado no “Journal of the Science of Food and Agriculture”, teve como objectivo investigar, em primeiro lugar, o efeito de vários peptídeos derivados a partir de um hidrolisado da proteína da clara de ovo sobre a função vascular em artérias de resistência de animais normotensos (com tensão arterial normal) e esclarecer o seu mecanismo de acção e, por outro lado, tentar estabelecer uma relação entre a posição de certos aminoácidos na sequência do peptídeo e o efeito vascular.

 

As sequências estudadas foram identificadas num estudo anterior pelo grupo de investigação da UAM e, algumas delas, mostraram propriedades inibidoras da enzima conversora da angiotensina e/ou antioxidantes in vitro e/ou actividade anti-hipertensiva.

 

Os resultados obtidos indicam que alguns dos peptídeos estudados produzem um efeito vasodilatador directo sobre as artérias de resistência, chegando a produzir, nalguns casos, até 70% de relaxamento. Além disso, os investigadores descobriram que a posição de certos aminoácidos na sequência dos peptídeos parece ser importante para o desenvolvimento de respostas fisiológicas e para a activação dos diferentes mecanismos que levam ao efeito vasodilatador.

 

De acordo com os cientistas, é necessário aprofundar o estudo das vias moleculares envolvidas no efeito vasodilatador destes peptídeos, bem como realizar um estudo do seu efeito sobre as artérias de resistência em modelos de hipertensão para que possamos pensar em utilizá-los como ingredientes em alimentos funcionais úteis na prevenção e tratamento da hipertensão.

 

Fonte: www.alert.pt

publicado por Cátia Pontes às 11:00
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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011
Consumo de espinafre e alface pode ser perigoso para crianças pequenas

 

 

 

O consumo de espinafres e de alface em grandes quantidades podem ser perigosos para as crianças até aos três anos, alerta a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), citada pelo jornal “Diário de Notícias”.

 

A presença de nitratos nos chamados vegetais de folha só se verifica quando há ingestão de elevadas quantidades, ou seja, mais de 200 gramas por dia. Isto acontece porque, segundo refere a mesma notícia, no corpo humano, o nitrato é convertido em nitrito que, também em quantidades elevadas, pode conduzir a uma metahemoglobinémia (alterações na hemoglobina).

 

O Painel dos Contaminantes da Autoridade Europeia analisou o consumo destes alimentos pelas crianças e concluiu que os níveis de nitrato nas alfaces não são preocupantes. Contudo, a possibilidade de risco de metahemoglobinémia não pode ser excluída em bebés e crianças pequenas, até aos três anos.

 

A entidade europeia recomenda ainda que as crianças que sofrem de infecções gastrointestinais de origem bacteriana não comam espinafres, porque estas infecções resultam precisamente da elevada conversão de nitrato em nitrito, aumentando, desta forma, o risco de alteração da hemoglobina.

 

Fonte: www.mni.pt

publicado por Cátia Pontes às 14:25
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Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011
Um terço dos bebés americanos são obesos

"Um terço dos bebês dos EUA são obesos ou estão em risco de obesidade, disseram os investigadores que acompanharam cerca de 8.000 bebés dos 9 meses aos 2 anos de idade.

Este estudo (ECLS-B) retira uma amostra nacionalmente representativa de crianças americanas nascidas no ano de 2001 e com diversas origens socioeconômicas e étnico-raciais.

O ECLS-B é um dos primeiros a acompanhar o peso
de crianças muito pequenas, de uma amostra nacionalmente representativa.

Eles avaliaram os bebés de peso normal, de risco, ou obesos aos 9 meses de idade e como isso mudou aos dois anos de idade, utilizando ferramentas estatísticas, para determinar se a perda de peso, a persistência ou ganho de peso estava ligado às características demográficas (por exemplo, o sexo da criança, raça/etnia, região geográfica, status socioeconómico da comunidade local).

Como não existe um padrão aceite de obesidade em crianças de tenra idade, os pesquisadores colocaram uma criança na categoria de obesos se o seu peso estava acima do percentil 95 nas tabelas de crescimento padrão.

As crianças no percentil 85a-95a foram considerados em risco para a obesidade.

Quando eles analisaram os resultados encontraram que:

* Cerca de um terço (31,9%) dos bebés estavam em risco para a obesidade ou obesidade aos nove meses.

* Aos 2 anos era ligeiramente superior (34,3% obesas ou em risco).

* 17% dos bebés eram obesas aos 9 meses, subindo para 20% aos 2 anos.

* Os bebés que eram obesos aos 9 meses, tiveram maior risco de ser obesos aos dois anos.

* 44% dos bebés que eram obesos aos 9 meses mantiveram-se obesos aos dois anos.

* Alguns bebés estavam em maior risco de obesidade (por exemplo, os hispânicos e os de famílias de baixos rendimentos).

* Outros foram de menor risco (por exemplo, crianças do sexo feminino).

* 40% dos bebés de 2 anos de idade das familias de baixos rendimentos apresentavem risco de obesidade ou obesidade, comparado a 27% dos bebés das familias de altos rendimentos.

Moss e Yeaton concluiu que:

"Entre os 9 meses e 2 anos de idade, as crianças dos EUA estão a caminhar na direcção de um peso pouco desejável."

Moss disse ainda que:

"Nós não dizemos certamente que os bebés com excesso de peso estão condenados a ser adultos obesos."

No entanto, o investigador disse que foram encontradas evidências de que estar acima do peso aos 9 meses de idade coloca a criança em maior risco de ser obeso mais tarde na infância.

Também não há qualquer sugestão que os bebés devem seguir dieta. Nunca se deve negar o leite enquanto o bebé está em aleitamento materno. Mas quando os bebés começam a introduzir alimentos sólidos, há que ter cuidado com as escolhas alimentares.

De acordo com a investigadora, a idade em que as crianças são introduzidas na "junk food" é cada vez mais jovem. "Eu sei de bebés de 9 meses de idade que comem batatas fritas", disse ela.

Pode fazer uma grande diferença para o peso dos seus filhos, mantendo-os fora de "junk food" por tanto tempo quanto possível e ter certeza de que lhes dá frutas e produtos hortícolas, disse Lee, que é um professor assistente em Endocrinologia Pediátrica."

 

Fonte: www.medicalnewstoday.com

publicado por Cátia Pontes às 16:48
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A anorexia nervosa mata!

"Isabelle Caro, modelo francesa, que posou nua para uma campanha anti-anorexia morreu aos 28 anos de idade, após tratamento de uma doença respiratória aguda. Ela morreu a 17 de novembro ao voltar a França depois de um trabalho em Tóquio. De acordo com um amigo, Vinvent Bigler, não havia certeza da causa exacta da morte.

 

A imagem emaciada de Isabelle Caro chocou as pessoas durante uma campanha publicitária italiana cujo objectivo era destacar os problemas relacionados com a anorexia nervosa no mundo da moda e outras partes da sociedade. Caro sofria de anorexia, e pesava 27 kg quando posou para a fotografia.

A Anorexia Nervosa é um transtorno psicológico no qual o paciente tem uma distorção da imagem corporal e um medo ilógico de se tornar / ser gorda, pelo que deliberadamente tentam perder peso. A grande maioria dos doentes são do sexo feminino, mas os homens também podem ser portadores.

De acordo com o diagnóstico ® DSM-IV-TR and Statistical Manual of Mental Disorders (American Psychiatric Association), um paciente com Anorexia Nervosa:

* Pesa, pelo menos, menos 15% do seu peso ideal
* Tem um índice de massa corporal (IMC) inferior a 17,5
* Não teve três períodos menstruais consecutivos
* É demasiado preocupado com o peso e forma corporal
* É extremamente preocupado com o ganho de peso

Em mais de ¾ dos casos, a Anorexia Nervosa começa quando o paciente tem idade entre 11 e 20 anos. Aproximadamente 6% dos pacientes morrem, com metade de todas as mortes resultantes de suicídio. Anorexia Nervosa tem a maior taxa de mortalidade de todas as doenças mentais.

Os sofredores são geralmente perfeccionistas que fixaram metas inatingíveis. Quando os objectivos não são alcançados, o paciente começa a controlar partes da sua vida das quais é capaz, como a ingestão de comida e o peso corporal. Especialistas dizem que um medo irracional de perder o controlo, geralmente resulta de baixa auto-estima e auto-crítica. Muitos pacientes sentem que perderam totalmente o controlo depois de comer uma quantidade mínima de comida. Caro doença começou quando ela tinha 13 anos de idade.

Após a morte de uma modelo brasileira que sofria de um distúrbio alimentar, Oliviero Toscani, fotógrafo italiano, criou uma campanha publicitária para uma empresa de moda italiana. A foto nua de Caro apareceu em outdoors e jornais - na fotografia os seus ossos salientes e as vértebras eram claramente visíveis. O slogan do anúncio dizia "Não à Anorexia".

A fotografia de Isabelle Caro trouxe para a ribalta os transtornos alimentares."

 

Fonte: www.medicalnewstoday.com

publicado por Cátia Pontes às 16:08
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