Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
Corante caramelo usado nos refrigerantes é cancerígeno

O corante caramelo, usado nos refrigerantes de cor castanha e outros alimentos, está contaminado com dois produtos químicos cancerígenos e deve ser proibido, de acordo com uma petição de regulamentação apresentada pelo Center for Science in the Public Interest (CSPI), dos EUA.

 

Em contraste com o caramelo feito em casa quando derretemos açúcar numa frigideira, o corante artificial é feito pela reacção do açúcar, com a amónia e os sulfitos, sob alta pressão e temperaturas. Destas estas reacções químicas resultam a formação de 2-metilimidazol e 4-metilimidazol que, em estudos realizados com animais pelo governo norte-americano, foram relacionados a cancros do pulmão, fígado, tiróide e leucemia.

 

No comunicado enviado à imprensa, o programa nacional de toxicologia dos EUA, divisão do Instituto Nacional de Ciências da Saúde Ambiental que realizou os estudos com animais, disse existirem "provas claras" de que tanto o 2-metilimidazol quanto o 4-metilimidazol são cancerígenos. Investigadores da Universidade da Califórnia, em Davis, encontraram níveis significativos de 4-metilimidazol em cinco marcas de refrigerantes de cor castanha.

 

Deste modo, vários especialistas reputados na área da carcinogénese em animais, incluindo vários cientistas que têm trabalhado no programa nacional de toxicologia, juntaram-se ao CSPI para pedir que a FDA (agência norte-americana que regula os alimentos e medicamentos) impeça o uso de corantes caramelo feito com o processo de amónia.

 

Fonte: www.alert.pt

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publicado por Cátia Pontes às 09:52
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Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011
10 cuidados alimentares para prevenção do cancro

"Evite o consumo de alimentos ricos em açúcar e gorduras
A ingestão excessiva de calorias, leva ao ganho de peso corporal, o que para além de aumentar o risco de desenvolvimento de cancro, deixa pouco espaço para o consumo de alimentos saudáveis responsáveis pela sua prevenção.

Aumente o consumo de hortícolas e fruta
O seu consumo está relacionado com um menor risco de desenvolvimento de cancro do pulmão, da boca, do esófago, do estômago e cólon, pela sua riqueza em vitaminas, minerais, fibras, antioxidantes e fitoquímicos. Frutos e hortícolas brancos (banana, melão, alho, cebola) são cada vez mais associados à redução do risco de cancro. Os de cor roxa (amora, beringela) e vermelha (morango, tomate), estão directamente relacionados com a diminuição de cancro do tracto urinário. A Organização Mundial de Saúde recomenda um consumo de pelo menos 400 g de hortofrutícolas por dia.

Inclua na sua alimentação leguminosas
A sua riqueza em fibras, vitaminas e minerais, contribui para a diminuição de risco de cancro do cólon, estômago, pulmão, útero e ovário. Segundo a nova Roda dos Alimentos, o consumo de leguminosas deve ser de 1 a 2 porções diárias (1 porção= 3 colheres de sopa de leguminosas secas ou frescas cozinhadas, cerca de 80g).

Consuma cereais integrais
O efeito protector dos alimentos à base de cereais integrais, está especialmente ligado ao cancro do cólon, quer pela sua riqueza em fibras, quer pela existência de hidratos de carbono fermentescíveis. O consumo de fibra deve ser de 25g por dia.

Limite o consumo de carnes vermelhas e carnes processadas
Priveligie o consumo de peixe e carnes brancas (aves, coelho, caça). As carnes vermelhas e as processadas industrialmente (enchidos, fiambre) são ricas em gordura saturada e colesterol, e potencialmente responsáveis pelo aumento do cancro colo-rectal, pulmão, mama, endométrio e próstata. Os peixes gordos (sardinha, salmão), fontes de ácidos gordos ómega-3, apresentam um efeito protector contra o cancro.

Limite o consumo de bebidas alcoólicas
As bebidas alcoólicas devem ser bebidas com moderação. O consumo excessivo de álcool aumenta o risco de desenvolvimento de cancro da boca, laringe, faringe e esófago e o risco associado ao álcool é ainda maior quando as pessoas são simultaneamente fumadoras. Se é um adulto saudável, poderá beber até 2 copos de vinho por dia (homens) e 1 copo de vinho (mulheres) e deve fazê-lo às refeições. Faça da água a sua bebida de eleição.

Consuma menos sal (fonte de sódio)
Os alimentos processados podem conter quantidades elevadas de sódio, por isso leia os rótulos para saber exactamente o valor de sódio existente no alimento. Lembre-se que poderá ingerir no máximo 5 g de sal por dia. Procure eliminar o sal de mesa, e utilize ervas aromáticas e especiarias para temperar os seus pratos.

Tenha cuidado com a preparação dos alimentos
Opte por não ingerir alimentos total ou parcialmente carbonizados. Evite alimentos salgados e fumados. Estes produtos podem conter compostos cancerígenos.

Não reutilize as gorduras
Tenha atenção às gorduras que utiliza para cozinhar como a manteiga, margarina e óleos, que se alteram com temperaturas elevadas podendo formar substâncias cancerígenas. Use pouca gordura na confecção de alimentos e prefira azeite ou óleo de amendoim. O azeite, rico nutricionalmente em ácidos gordos moninsaturados, poderá diminuir o risco de desenvolver cancro da mama, cólon, ovário e próstata.

Procure ter uma alimentação equilibrada e variada e praticar actividade física. O excesso de peso e obesidade estão relacionados com o aumento de risco de cancro da mama em mulheres após menopausa, cólon, endométrio, rim e esófago. Existe também ligação com cancro do pâncreas, esófago, vesícula biliar, tiróide, ovário e colo uterino."

 

Fonte: www.apn.org.pt

publicado por Cátia Pontes às 11:05
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Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011
Alimentação até aos 3 anos pode influenciar QI

 

A alimentação das crianças nos primeiros anos de vida pode afectar o desenvolvimento do seu quociente de inteligência (QI), revela um estudo publicado na revista científica "British Medical Journal".


Os investigadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido, basearam o seu trabalho em dados do  estudo ALSPAC, realizado com 14 mil crianças nascidas entre 1991 e 1992, e que faz um acompanhamento a longo prazo da saúde dos participantes.

Neste âmbito, os pais das crianças completaram questionários detalhados sobre o tipo de comida e bebida que os seus filhos consumiam aos três, quatro, sete e oito anos e meio. Depois disso, periodicamente, as crianças foram submetidas a testes de inteligência, segundo a escala de Wechsler.

Os resultados revelaram que aquelas cuja dieta era pouco saudável apresentaram um QI menor do que os que tinham uma alimentação equilibrada. 

De acordo com os investigadores, os padrões de alimentação entre os quatro e os sete anos não tiveram impacto no nível de inteligência das crianças, mas apenas o tipo de dieta mantida até aos três anos. "Os efeitos cognitivos relacionados com os hábitos alimentares nos primeiros anos de vida podem persistir mesmo alterando a dieta", alertaram. 

Apesar dos resultados obtidos neste estudo, os investigadores acreditam que serão necessários novos trabalhos para se perceber melhor os efeitos sobre a inteligência  de determinados tipos de dieta em idades mais avançadas.
Fonte: www.cienciahoje.pt

 

publicado por Cátia Pontes às 16:50
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Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011
Número de obesos duplicou nos últimos 30 anos

Actualmente a obesidade afecta dez por cento dos adultos em todo o mundo. Esta percentagem, o dobro de há 30 anos, representa 500 milhões de obesos, a maioria mulheres.

O alerta foi feito por um estudo publicado na revista "The Lancet", que avaliou a evolução desta condição entre 1980 e 2008 em pessoas com mais de 20 anos. 

Os resultados foram alarmantes: mais de um por cada dez adultos estava obeso, sendo que, entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos são o país que lidera o ranking. Já a população do Japão é a menos afectada pelo excesso de peso.

 

Segundo o estudo coordenado por Majid Ezzati, do Imperial College de Londres, e Salim Yusuf e Sonia Anand, do Instituto de Estudos da População/Saúde de Hamilton (Canadá), o excesso de peso é caracterizado por um índice de massa corporal (IMC) acima de 24 quilogramas por metro quadrado. 

Ao longo dos 28 anos analisados, este parâmetro usado para medir a relação entre peso e a altura aumentou entre os homens e as mulheres. A nível global, 1,46 biliões de adultos registam excesso de peso, sendo que a obesidade quase duplicou.  Actualmente  afecta 205 milhões de homens e 297 milhões de mulheres, o que corresponde a 9,8 e  13,8 por cento, respectivamente. 

Embora a obesidade seja associada sobretudo aos países ricos, os menos desenvolvidos também são afectados. A pequena ilha de Nauru, no Pacífico sul, com 14 mil habitantes, registou em 2008 a maior média de IMC: 33,9 nos homens e 35 nas mulheres. Já em 1980, esta ilha estava no topo da lista, mas com valores inferiores - 28,1 para os homens e 28,3 para as mulheres. 

Entre os países ricos, os Estados Unidos, que já tinham a população com maior taxa de obesidade em 1980, permanecem em primeiro lugar, com um IMC de 28,5.  Seguem-se a Nova Zelândia e Austrália entre as mulheres, e o Reino Unido e Austrália entre os homens.
O Japão tem o menor IMC (22 para os homens e 24 para as mulheres) entre países desenvolvidos. No que concerne aos menos desenvolvidos, as mulheres do Bangladesh registam o menor índice entre as mulheres, enquanto a República Democrática do Congo é a primeira entre os homens.

Relativamente à Europa ocidental, a Itália é um caso raro, pois o IMC das mulheres caiu nos últimos 28 anos. Na Bélgica, Finlandia e França, o índice de massa corporal das mulheres sofreu uma ligeira subida. As suíças são as mulheres mais magras da Europa, seguidas pelas francesas e italianas, enquanto os europeus mais magros são os franceses.

O estudo lembra ainda que o excesso de peso, fruto da má alimentação e da falta de actividade física, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial e algumas formas de cancro, problemas que estão na base de três milhões de mortes por ano.
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publicado por Cátia Pontes às 18:13
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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011
Espinafres aumentam eficiência muscular

 

"O Popeye tinha razão quando dizia que a sua força provinha dos espinafres. O famoso marinheiro, sempre que queria fortalecer os músculos,  “engolia” uma lata desta hortaliça, ficando de imediato com os seus bíceps sobrevalorizados.

O efeito não é instantâneo, como acontecia com a personagem criada em 1929, mas um estudo publicado  na revista "Cell Metabolism" revela que comer um prato de espinafres todos os dias aumenta a eficiência muscular.

Segundo o artigo, que faz capa da publicação científica,  o consumo de 300 gramas de espinafres reduz em cinco por cento a quantidade de oxigénio necessária para o funcionamento dos músculos quando se faz exercício físico.

 

Embora esta hortaliça seja rica em ferro, não é este elemento o mais benéfico para a massa muscular, mas os nitratos, que chegam com mais eficiência às mitocondrias, que produzem energia nas células.  "É como se puséssemos combustível nos músculos. O espinafre faz com que funcionem com muito mais suavidade e eficácia", afirma o autor do estudo, Eddie Weitzberg, do Instituto Karolinska, de Estocolmo.

Ao longo de três dias, o investigador  deu a um grupo de voluntários suplementos puros de nitrato numa quantidade equivalente à de um prato de espinafres.

Antes e depois desta dieta, os voluntários pedalaram numa bicicleta ergométrica enquanto o consumo de oxigénio era medido, tendo-se verificado que foi entre três e cinco por cento menor no final. "É um efeito profundo e significativo. Demonstra que o Popeye tinha razão", comentou o especialista."
Fonte: www.cienciahoje.pt
publicado por Cátia Pontes às 10:20
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Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011
Esperança de vida da próxima geração de portugueses será inferior à actual


“Actualmente, a longevidade situa-se entre os 78 e os 80 anos, mas vamos assistir ao longo das próximas décadas a uma regressão da longevidade da população portuguesa devido aos jovens com peso a mais, sedentarismo elevado e inaptidão cardio-respiratória”, afirmou.

Esta conclusão resulta de um estudo sobre 'Tendência secular de crescimento e bem-estar físico e psicológico na população jovem escolar da Região Autónoma dos Açores', realizado pela Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra.

Manuel Coelho e Silva salientou que este estudo é um caso único no país e dos poucos a nível europeu, frisando em nos trabalhos realizados em 1988, 1998 e 2008 foram analisados quase cinco mil jovens das ilhas açorianas.

O trabalho hoje apresentado, relativo a 2008, abrangeu 1.700 crianças e permitiu concluir que “31 por cento tem sobrecarga ponderal (obesidade) e, entre estes, dois em cada três jovens associa o sedentarismo e a inaptidão cardio-respiratória”, revelou Manuel Coelho e Silva.

Na sequência destes resultados, o investigador aconselhou, tendo em conta a saúde pública, que “devem ser definidos objectivos para uma década”.

Por seu lado, António Gomes, director regional do Desporto, garantiu que o executivo açoriano vai continuar a apostar na "manutenção dos programas de actividade física da população em geral e dos atletas federados em particular”.

António Gomes admitiu que “a tradição alimentar açoriana tem vindo a perder implantação junto da juventude, em favor de uma alimentação mais industrializada”, com menos legumes e frutas.

“Para contrariar esse fenómeno, têm sido feitas intervenções junto das cantinas escolares que melhoraram a sua oferta em termos de qualidade”, acrescentou.

Para António Gomes, “estas atitudes não são suficientes”, defendendo a necessidade de “intervir junto das famílias, não só para melhorar a alimentação, mas também para se criarem hábitos de exercício físico regular", já que "os adultos podem ser modelos para os jovens”.

 

Fonte:www.publico.pt

publicado por Cátia Pontes às 10:07
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