Quinta-feira, 28 de Abril de 2011
Vitamina K é forte inibidor do linfoma

"As pessoas que consomem maiores quantidades de vitamina K, presente na alface e nos espinafres, têm um risco menor de desenvolver linfoma não-Hodgkin, segundo um estudo da Mayo Clinic, nos EUA, apresentado no encontro anual da American Association for Cancer Research.

 

 

A vitamina K também está presente, em menores quantidades que as encontradas na alface e nos espinafres, noutros vegetais, em óleos vegetais e em algumas frutas.

 

 

No estudo, os cientistas concluíram que as pessoas que ingeriram maiores quantidades de vitamina K no último trimestre do estudo tinham um risco 45% menor de desenvolver linfoma não-Hodgkin – tumor tem início no sistema linfático – do que os que consumiram pequenas quantidades desta vitamina.

 

 

Embora a vitamina K seja mais conhecida pela função essencial que desempenha na coagulação do sangue (o nome da vitamina deriva da palavra alemã "koagulations"), também parece ter um papel importante noutros processos biológicos, incluindo na inibição das citocinas inflamatórias que podem contribuir para a doença.

 

 

No trabalho, a equipa liderada por James Cerhan avaliou as dietas e suplementos alimentares, nos dois últimos anos antes do estudo, de 603 pacientes diagnosticados recentemente com linfoma não-Hodgkin, bem como de outras 1.007 pessoas sem a doença.

 

 

Enquanto uma maior ingestão de vitamina K a partir da alimentação foi associada a um menor risco de desenvolver linfoma não-Hodgkin, o uso de suplementos de vitamina K não surtiu o mesmo efeito.

 

 

Os cientistas alertam, contudo, para o facto de a vitamina K poder interagir com certos medicamentos – como anticoagulantes – e de a dieta alimentar não dever ser alterada sem que um médico seja consultado." 

 

Fonte: www.alert.pt

 

 

publicado por Cátia Pontes às 09:43
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011
Dieta sem carne diminui risco cardiovascular

"Um estudo publicado na revista “Diabetes Care” indica que a dieta vegetariana induz um risco menor de síndrome metabólica nas pessoas que a seguem, pelo que estes indivíduos têm menos hipóteses de sofrerem de doenças cardíacas, diabetes ou acidente vascular cerebral (AVC).

Estas patologias são normalmente antecedidas pela síndrome metabólica, que apresenta pelo menos três de vários factores de risco como hipertensão arterial, elevados níveis de glicose e triglicerídeos, colesterol HDL elevado e uma circunferência abdominal acima da média.

Os investigadores da Loma Linda University, nos EUA, quiseram verificar os benefícios da dieta vegetariana na prevenção da síndrome metabólica, pelo que realizaram um estudo que envolveu 700 adultos, sendo que 35 por cento deles eram vegetarianos.

Os participantes vegetarianos e semi-vegetarianos eram, em média, três anos mais velhos do que os restantes elementos. Contudo, apesar desta diferença de idades, a equipa de investigação constatou que os seus níveis de de triglicerídeos, glicemia, pressão arterial, circunferência abdominal e índice de massa corporal (IMC) eram mais baixos do que os das pessoas que não dispensavam a carne da sua alimentação.

Do grupo de vegetarianos, um quarto apresentava síndrome metabólica, valor que aumentou nos semi-vegetarianos para 37 por cento e nos outros participantes para 39 por cento. Segundo o estudo, estes resultados mantiveram-se mesmo quando avaliados outros factores como idade, sexo, raça, prática de actividade física, consumo de calorias, tabagismo e ingestão de álcool.

Gary Fraser, que liderou o estudo, revelou que esta investigação demonstra, mais uma vez, que “a dieta reduz muito os principais factores de risco cardiovascular que fazem parte da síndrome metabólica", pelo que considera a adopção de uma dieta vegetariana "uma escolha sensata".

 

Fonte: www.cienciahoje.pt

 

publicado por Cátia Pontes às 22:33
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Terça-feira, 19 de Abril de 2011
Chá verde diminui gordura concentrada na barriga

"O consumo de chá verde favorece a redistribuição da gordura corporal, diminuindo o tecido adiposo visceral, mais nefasto para a saúde do que o tecido adiposo subcutâneo, refere um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

 

 

O tecido adiposo visceral consiste na gordura que se concentra na barriga, enquanto o tecido adiposo subcutâneo é a gordura que se acumula por debaixo da pele, sobretudo nas coxas e nádegas.

 

 

A investigação, integrada num estudo dos efeitos de vários componentes alimentares na gordura corporal, avaliou dois grupos de ratinhos: a um foi dado a beber chá verde e a outro água, durante meio ano. Todos os animais aumentaram de peso ao longo deste período, mas os roedores que consumiram chá “ganharam menos peso do que o grupo de controlo”, adiantam os especialistas em comunicado enviado à imprensa.

 

 

Os cientistas analisaram ainda as diferenças encontradas no tecido adiposo subcutâneo e visceral nos dois grupos de ratos, tendo verificado que o tecido adiposo dos animais que beberam chá apresentava um número maior de células em proliferação e adipócitos (células que armazenam gordura) mais pequenos do que os do grupo de controlo. Os que beberam chá também apresentaram um aumento do número de células em apoptose (morte celular programada) no tecido adiposo visceral, favorecendo a sua redução."

  

Deste modo, os investigadores sublinham que “o consumo de chá verde interfere na organização da gordura corporal, criando um padrão celular mais saudável e menos propenso ao desenvolvimento de patologias”.

 

Fonte: www.alert.pt

publicado por Cátia Pontes às 15:09
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2011
Consumo de mirtilos poderá ajudar no combate à obesidade

"O consumo de mirtilos pode inibir o desenvolvimento das células adiposas, dá conta um estudo que foi apresentado recentemente no encontro Experimental Biology 2011 da American Society for Nutrition.
 

O benefício do consumo de mirtilos tem vindo a ser demonstrado em vários estudos nutricionais. Muitos deles referem que o seu elevado teor de polifenóis tem um efeito protector na saúde cardiovascular. Adicionalmente, foi também demonstrado que os mirtilos exercem um efeito positivo em inúmeras áreas, desde o envelhecimento até à síndrome metabólica.
 

Neste estudo, os investigadores da Texas Woman's University, nos EUA, decidiram verificar se este fruto poderia ter também um papel importante na redução da obesidade. Assim, os investigadores liderados por Shiwani Moghe decidiram avaliar se o polifenóis presentes nos mirtilos tinham um papel importante na diferenciação dos adipócitos, um processo no qual as células indiferenciadas adquirem características de adipócitos, um tecido conectivo especializado na síntese e armazenamento de gordura.
 

Estudos anteriores já haviam indicado que os polifenóis presentes nas plantas conseguiam combater a adipogénese, que envolve o desenvolvimento de células adiposas, e induzir a lipólise, um processo no qual se dá a degradação de lípidos.
 

Segundo explica Shiwani Moghe em comunicado enviado à imprensa, “queríamos verificar se os polifenóis dos mirtilos poderiam inibir a obesidade ao nível molecular.” Para isso, os investigadores utilizaram uma cultura de tecidos e verificaram que os polifenóis apresentavam um efeito supressor, que era dependente da dose, na diferenciação dos adipócitos. A quantidade de lípidos presentes na experiência controlo era significativamente maior do que aquela observada nas culturas que tinham sido tratadas com polifenóis presentes nos mirtilos. Foi verificado que a adição de quantidades mais elevadas de polifenóis conduziu a uma diminuição de cerca de 73% na quantidade de lípidos, sendo que a dose mais baixa diminui em cerca de 27%.
 

Shiwani Moghe revela que “será ainda necessário testar esta dose nos humanos, para se ter a certeza que não há efeitos adversos, e que estas quantidades são eficazes.” Mas os autores do estudo acrescentam que este estudo preliminar parece indicar que os mirtilos poderão realmente ajudar a reduzir a formação do tecido adiposo."

 

Fonte: www.alert.pt

publicado por Cátia Pontes às 14:35
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