Quarta-feira, 4 de Julho de 2012
Crianças preferem alimentos saudáveis

Tudo indica que a melhor forma de fazer com que as crianças consumam mais alimentos saudáveis, e que os consumam com gosto, é simplesmente muni-las de um avental e envolvê-las na preparação das refeições, revelam os resultados de um estudo publicados no Public Health Nutrition, citado pelo Alert.

“As crianças que gostam mais de fruta e legumes tendem a consumir esses alimentos com mais frequência e a seguir uma melhor alimentação”, defende Yen Li Chu, investigadora de pós-doutoramento da Faculdade de Saúde Pública, da Universidade de Alberta, Canadá, e líder deste estudo.

Alunos de 10-11 anos oriundos de 151 escolas do estado de Alberta foram submetidos a um inquérito sobre as suas experiências relativamente à preparação de refeições e às suas escolhas em termos de alimentação. Cerca de um terço das crianças afirmou ajudar na preparação de refeições pelo menos uma vez por dia. Um quarto dos inquiridos ajudava uma vez por mês e 12,4 por cento disse não ter qualquer contacto com a cozinha.

Enquanto as crianças mostravam, de uma forma geral, preferência por fruta em relação a legumes, aquelas que ajudavam a cozinhar manifestaram apreciar ambos os tipos de alimento. A preferência por legumes revelou ser igualmente superior em 10 por cento entre as crianças que ajudavam na preparação de refeições.

Yen Li Chu defende que os resultados deste estudo realçam a importância de envolver as crianças nas refeições caseiras, acrescentando que as escolas podem também participar nesta área. “As escolas podem oferecer aulas de culinária e criar clubes de culinária para que aumentem o consumo de fruta e legumes e tomem decisões mais saudáveis”, afirma a investigadora.

 

Fonte: www.paisefilhos.pt 

publicado por Cátia Pontes às 18:53
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Segunda-feira, 25 de Julho de 2011
As crianças e o apetite

Eis um artigo que saiu no Público e que recomendo:

 

"Com o Verão e o calor, a falta de apetite aumenta entre muitas crianças. E é frequente ver adultos a forçá-las ou a tentar convencê-las a comer as quantidades que eles consideram adequadas. “Mas o apetite não é normalizado”, varia de pessoa para pessoa e de criança para criança e “não são os pais que devem normalizar o apetite das crianças” afirma a médica Isabel do Carmo, especialista em comportamento alimentar.

 

O importante é que os adultos procurem que a criança ou o adolescente “coma com qualidade” em porções consideradas “razoáveis”. Usando a persistência, mas sem ansiedade. “Em geral, o apetite tende a regular-se biologicamente de forma natural”, nota Pedro Teixeira, da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade. Para contrariar este problema sazonal em vez de obrigar a comer, será preferível “adequar as refeições à estação com alimentos mais frescos e com mais água”, considera.

A ideia de que comer bem é comer muito ainda subsiste em muitos meios, sobretudo entre as pessoas mais velhas e que passaram fome, refere Isabel do Carmo. Mas é preciso contrariar esta convicção no âmbito de uma educação para a saúde. “O apetite não está normalizado”, explica a especialista, considerando que é um erro obrigar os mais novos a comer. “Tem é de se saber por que não querem comer” para despistar doenças do comportamento alimentar, como a anorexia nervosa, diz. E “oferecer-lhes os alimentos que eles mais gostam”.

Um estudo realizado em 2009 pela Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, revela que, apesar das boas intenções dos pais quando tentam obrigar os filhos a comer vegetais ou a “limpar o prato”, e não deixar comida, esta atitude não é aconselhável.

Segundo o autor desse estudo, Brian Wansink, quanto mais os pais insistem com os filhos para comer de forma saudável, mais estes preferem alimentos menos saudáveis.

O investigador recomenda que os pais ofereçam às crianças quantidades moderadas, mas variadas, de comida, encorajando-as a experimentar diferentes tipos de alimentos e deixando-as decidir que quantidades querem consumir.

Uma alimentação em excesso com a consequente energia extra que se vai acumulando pode contribuir para que a criança se torne num adolescente obeso, alertam os nutricionistas. A hora da refeição deverá ser um momento de prazer e não de tensão e de angústia, salientam.

O essencial é que a criança coma bem, ainda que pouco: dois ou três copos de leite por dia que podem ser substituídos por iogurtes, duas ou três peças de fruta diárias, além de vegetais. A carne e o peixe não devem ser consumidos em grandes quantidades e não devem falhar os hidratos de carbono, recomenda Isabel do Carmo.

Refeições leves ao almoço

Durante as férias, tal como os adultos, muitas crianças preferem almoçar na praia e portanto fazer refeições muito mais leves ao almoço. Nestes casos, é essencial comer um bom pequeno-almoço, consumir pequenos lanches de sandes e de fruta durante a tarde e desfrutar do sol e do mar.

Isabel do Carmo nota também a importância das regras e da disciplina relativamente aos horários das refeições, salientando que estas devem ser realizadas em família em contextos de socialização, o que – está provado – “traz benefícios para a saúde”.

A alimentação é, sobretudo “um hábito” que se ganha desde tenra idade – sublinha - notando que é mais fácil incutir o hábito de consumo de determinados alimentos, oferendo-os repetidamente às crianças logo de pequeninas, do que mais tarde ter de mudar as más práticas adquiridas."

publicado por Cátia Pontes às 10:24
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Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011
Alimentação até aos 3 anos pode influenciar QI

 

A alimentação das crianças nos primeiros anos de vida pode afectar o desenvolvimento do seu quociente de inteligência (QI), revela um estudo publicado na revista científica "British Medical Journal".


Os investigadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido, basearam o seu trabalho em dados do  estudo ALSPAC, realizado com 14 mil crianças nascidas entre 1991 e 1992, e que faz um acompanhamento a longo prazo da saúde dos participantes.

Neste âmbito, os pais das crianças completaram questionários detalhados sobre o tipo de comida e bebida que os seus filhos consumiam aos três, quatro, sete e oito anos e meio. Depois disso, periodicamente, as crianças foram submetidas a testes de inteligência, segundo a escala de Wechsler.

Os resultados revelaram que aquelas cuja dieta era pouco saudável apresentaram um QI menor do que os que tinham uma alimentação equilibrada. 

De acordo com os investigadores, os padrões de alimentação entre os quatro e os sete anos não tiveram impacto no nível de inteligência das crianças, mas apenas o tipo de dieta mantida até aos três anos. "Os efeitos cognitivos relacionados com os hábitos alimentares nos primeiros anos de vida podem persistir mesmo alterando a dieta", alertaram. 

Apesar dos resultados obtidos neste estudo, os investigadores acreditam que serão necessários novos trabalhos para se perceber melhor os efeitos sobre a inteligência  de determinados tipos de dieta em idades mais avançadas.
Fonte: www.cienciahoje.pt

 

publicado por Cátia Pontes às 16:50
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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011
Consumo de espinafre e alface pode ser perigoso para crianças pequenas

 

 

 

O consumo de espinafres e de alface em grandes quantidades podem ser perigosos para as crianças até aos três anos, alerta a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), citada pelo jornal “Diário de Notícias”.

 

A presença de nitratos nos chamados vegetais de folha só se verifica quando há ingestão de elevadas quantidades, ou seja, mais de 200 gramas por dia. Isto acontece porque, segundo refere a mesma notícia, no corpo humano, o nitrato é convertido em nitrito que, também em quantidades elevadas, pode conduzir a uma metahemoglobinémia (alterações na hemoglobina).

 

O Painel dos Contaminantes da Autoridade Europeia analisou o consumo destes alimentos pelas crianças e concluiu que os níveis de nitrato nas alfaces não são preocupantes. Contudo, a possibilidade de risco de metahemoglobinémia não pode ser excluída em bebés e crianças pequenas, até aos três anos.

 

A entidade europeia recomenda ainda que as crianças que sofrem de infecções gastrointestinais de origem bacteriana não comam espinafres, porque estas infecções resultam precisamente da elevada conversão de nitrato em nitrito, aumentando, desta forma, o risco de alteração da hemoglobina.

 

Fonte: www.mni.pt

publicado por Cátia Pontes às 14:25
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Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2010
Crianças entendem valores da sociedade sobre magreza

Crianças com idade compreendidas entre três e cinco anos já tendem a valorizar a magreza, revela um estudo americano realizado com meninas em fase pré-escolar.

Segundo Jennifer Harriger, investigadora da Universidade Pepperdine, na Califórnia (EUA), e coordenadora do estudo, o problema deste comportamento infantil são os riscos ligados a questões alimentares e depressão, provocados pela pressão sobre as crianças para se manterem magras, assim como a ideia de que não é bom “ter uns quilinhos a mais”.

Cinquenta e cinco meninas do sul da Califórnia foram entrevistadas, e todas sugeriram que também queriam ser magras. Foram-lhe mostradas imagens de pessoas magras e de outras com excesso de peso.

Algumas das participantes nem quiseram tocar nas figuras de pessoas com peso a mais e teceram comentários como “odeio-a”, “ela é gorda” e “eu não quero ser como ela”.

Em média, para descrever pessoas gordas foram utilizadas 3,1 palavras de cunho negativo e 1,2 palavras positivas. Esta proporção inverteu-se para as figuras magras, com 2,7 palavras positivas e 1,2 palavras negativas.

"Esta investigação mostra que, desde muito cedo, as crianças entendem completamente os valores da sociedade sobre a magreza", explica Jennifer Harriger, acrescentando que acredita na possibilidade de “as estudantes pré-escolares serem susceptíveis ao ideal internacional de corpos magros e, talvez, estarem a fazer algo para se manterem magras."

 

Fonte: www.cienciahoje.pt

publicado por Cátia Pontes às 14:31
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Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010
A criança e a diabetes

A Associação Portuguesa de Nutricionistas lançou neste mês de Novembro, o e-book "A criança e a diabetes" para assinalar o Dia Mundial da Diabetes que ocorreu no dia 14 de Novembro. Este e-book fala das características da doença e dos cuidados alimentares a ter. Para visualizar e guardar, visite o site www.apn.org.pt

 

publicado por Cátia Pontes às 16:15
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