Terça-feira, 3 de Abril de 2012
Excesso de peso e obesidade na Europa

 O excesso de peso e a obesidade são definidos como uma acumulação de gordura anormal ou excessiva que pode prejudicar a saúde. Estes são classificados pelo Índice de Massa Corporal (IMC), um índice simples que correlaciona o peso com a altura. Existe grande dificuldade em comparar estudos sobre a prevalência do excesso de peso e da obesidade, visto que existem variações na metodologia e também na população. Um dos factores a ter em conta para uma imagem mais precisa da magnitude deste problema é que a população está a envelhecer. Os europeus têm uma maior longevidade e uma taxa de natalidade baixa. Visto que o excesso de peso e a obesidade são mais comuns na população adulta com mais idade, existem
cada vez mais indivíduos na população com excesso de peso e obesidade. Várias organizações, como a World Health Organization (WHO), o International Obesity Taskforce (IOTF) e o Eurostat (comissão europeia de estatística) têm bases de dados de excesso de peso e obesidade nos países europeus. No entanto, nenhuma conclusão com base na totalidade desses dados foram elaborados anteriormente, principalmente porque o processo de comparação é limitado. Recentemente a WHO Europe compilou e padronizou, por idade, os dados disponíveis dessas organizações, juntamente com os de publicações científicas. Isso resultou num mapa de tendências de obesidade, de 1981 a 2005, em adultos com idade entre os 25 e os 64 anos nos 53 países da WHO European Region.1 Os dados auto-relatados e medidos foram analisados separadamente para evitar conclusões erradas.


Segundo esta análise, em todos os países, tanto para homens como para mulheres, a maior prevalência do excesso de peso (IMC ≥ 25) e obesidade (IMC ≥ 30) foi demostrada entre a população mais velha (50 a 64 anos).

O excesso de peso mostrou ser mais comum em homens do que em mulheres, enquanto que na obesidade acontece o contrário. As excepções ocorreram na Irlanda e no Reino Unido, onde a obesidade foi mais comum em homens em algumas pesquisas. O desenvolvimento ao longo do tempo mostrou um aumento do excesso de peso e obesidade em todos os países, tanto para homens como para mulheres.

A um nível global, a prevalência da obesidade em adultos é de 7,7% nos homens e 9,8% nas mulheres. São afectados, particularmente, um número de populações na região do Pacifico Ocidental, na Índia Ocidental, nos Estados Unidos da América e na Austrália.2
Face a estas informações, é de notar que a prevalência do excesso de peso e obesidade em idades padronizadas têm aumentado ao longo do tempo na maioria dos países europeus.

 

Para mais informações: http://www.eufic.org/article/en/artid/How-big-overweight-problem-Europe-WHO-knows/

Fonte: www.apn.org.pt

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publicado por Cátia Pontes às 12:19
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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012
Perda de peso: escolha das bebidas também é importante

A substituição de bebidas calóricas por dietéticas ou água pode conduzir à perda de cerca de 2 Kg, refere um estudo publicado no “American Journal of Clinical Nutrition”.

 

Para este estudo, os investigadores da University of North Carolina, nos EUA, contaram com a participação de 318 indivíduos com excesso de peso ou obesos, que foram divididos em três grupos distintos: os que substituíram as bebidas calóricas por dietéticas, por água e aqueles que não alteraram o tipo de bebidas que consumiam mas foram informados sobre os alimentos que poderiam conduzir à perda de peso.

 

O estudo revelou que os três grupos de participantes apresentaram uma pequena diminuição de peso e do perímetro abdominal, durante os seis anos do estudo. Contudo, os indivíduos que começaram a ingerir bebidas menos calóricas eram mais propensos a perder cerca de 5% ou mais do seu peso, do que os que não alteraram os seus hábitos de ingestão de bebidas. Os participantes que bebiam principalmente água apresentavam níveis mais baixos de glicose em jejum e melhores níveis de hidratação, que o grupo de controlo.

 

A autora do estudo, Deborah Tate, revelou que esta percentagem de perda de peso e níveis mais baixos de glicose no sangue são importantes, pois estes parâmetros são fatores de risco da obesidade e das doenças crónicas associadas à obesidade.

 

O estudo também mostrou que, embora a perda de peso dos participantes fosse menor do que as reduções observadas em programas mais intensivos que envolvem a alteração dos comportamentos alimentares, a alteração de apenas um pequeno aspeto da dieta pode tornar as pessoas mais saudáveis.

 

“A substituição de alimentos específicos ou bebidas que fornecem uma porção considerável das calorias diárias pode ser uma estratégia útil para a perda de peso moderada ou prevenção do aumento de peso”, revelou, Deborah Tate, em comunicado de imprensa. “As bebidas podem ser os alvos ideais, mas a estratégia só funciona se a pessoa não compensar as calorias perdidas de outra forma."

 

A investigadora acrescenta ainda que “se este tipo de atitudes for adotado em grande escala, poderá reduzir significativamente o problema crescente da obesidade”.

 

Fonte: www.alert.pt 

publicado por Cátia Pontes às 09:57
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Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012
Trabalhar por turnos aumenta risco de obesidade

 

Que trabalhar por turnos não faz bem à saúde já todos sabemos. Agora, um grupo de investigadores vem alertar para o risco de aumento da obesidade e diabetes em profissionais que trabalham em turnos distintos. Sobretudo porque estas rotinas estão, normalmente, associadas, a uma alimentação pobre.

“Baseando-nos em estudos anteriores sobre o trabalho de enfermeiras norte-americanas, observamos como há uma associação entre os turnos de trabalho e o risco de sofrer destas doenças, devido sobretudo ao facto de a maioria das pessoas seguir padrões alimentares muito pobres. Não têm tempo de preparar ou encontrar nada melhor para comer. Acreditamos que isto afecta não apenas as enfermeiras, mas também o resto dos profissionais com horários variados”, dizem os autores do estudo publicado no PLoS Medicine.

De acordo com o jornal espanhol El Mundo, calcula-se que entre 15 e 20 por cento da população activa europeia e norte-americana trabalhe sem horário fixo. “É um estudo muito interessante porque é a primeira vez que se associam ambos os conceitos. Mas também é muito lógico. Uma pessoa que passa semanas a trabalhar de noite e se deita às duas da manhã, comendo algo antes de se deitar, tem muito mais probabilidade de comer a chamada fast-food”, explica um especialista ouvido pelo jornal espanhol.

“O mesmo se passa com o resto dos horários e, sobretudo, quando uma pessoa está sujeita a mudanças de horário frequentes e rápidas”, acrescentou.

 

Fonte:www.tvi24.iol.pt

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publicado por Cátia Pontes às 17:04
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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012
Qualidade da relação mãe filho associada à obesidade na adolescência

A qualidade emocional da relação entre uma mãe e o seu filho pode afetar o desenvolvimento da obesidade da criança durante a adolescência, dá conta um estudo que irá ser publicado em janeiro na revista científica “Pediatrics”.

 

Para o estudo, os investigadores Ohio State University, nos EUA, analisaram os dados de 977 indivíduos que tinham participado no Study of Early Child Care and Youth Development , um projeto da Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development. A amostra incluía várias famílias, de nove estados dos EUA, que tinham tido filhos nascidos em 1991.

 

Os investigadores analisaram detalhadamente as caraterísticas da relação entre as mães e os seus filhos em três momentos distintos: quando as crianças tinham 15, 24 e 36 meses. Um dos parâmetros analisados foi a sensibilidade materna, a qual se refere à capacidade da mãe em reconhecer o estado emocional dos seus filhos, respondendo com conforto, consistência e carinho. Por outro lado, os investigadores também observaram a segurança emocional da criança para com as suas mães. Com base nestes dois parâmetros os investigadores, liderados por Sarah Anderson, desenvolveram uma escala para avaliação da qualidade do relacionamento materno-infantil.

 

Quando as crianças atingiram os 15 anos de idade foi calculado o seu índice de massa corporal, o qual foi convertido em percentis de acordo com a idade e sexo da criança.

 

O estudo revelou que quanto mais baixa era a qualidade da relação, a qual teve em conta a segurança emocional da criança e a sensibilidade da mãe, maior era o risco da criança ficar obesa aos 15 anos. Os investigadores verificaram que, entre as crianças que tinham uma relação emocional de baixa qualidade com as suas mães, mais de um quarto ficaram obesos na adolescência, em comparação com 13% dos adolescentes que tiveram uma melhor relação.

 

Este estudo sugere que as áreas do cérebro que controlam as emoções e as respostas ao stress, bem como o equilíbrio do apetite e de energia, podem trabalhar em conjunto para influenciar a probabilidade de uma criança ficar obesa.

 

Os investigadores sugerem que esta associação, entre as experiências vividas em criança e a obesidade na adolescência, pode ter origem no cérebro. O sistema límbico do cérebro controla a resposta ao stress, bem como o ciclo de sono /vigília, a fome e a sede, e uma variedade de processo metabólicos, principalmente através da regulação de hormonas.

 

Em vez de culpar os pais pela obesidade infantil, os investigadores revelam que estas descobertas sugerem que a prevenção da obesidade infantil deve ter em conta estratégias para melhorar o vínculo mãe-filho e não se concentrar exclusivamente na alimentação e exercício.

 

 

Fonte: www.alert.pt

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publicado por Cátia Pontes às 16:34
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Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011
Obesidade, tabagismo e colesterol aumentam com entrada na universidade

 

Aumento do sedentarismo, obesidade, níveis elevados de gordura no sangue e tabagismo foram as principais conclusões de um estudo que avaliou o impacto da vida académica na saúde dos estudantes, dois anos após a entrada na universidade.

 

A investigação, publicada pela agência Lusa, foi realizada no âmbito da tese de doutoramento de Maria Piedade Brandão, docente da Universidade de Aveiro.

 

Neste sentido, o estudo liderado por Maria Piedade Brandão, resultante de uma parceria entre o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, a Universidade do Porto, e a Universidade de Aveiro, envolveu 154 estudantes da Universidade de Aveiro, durante, pelo menos, dois anos de acompanhamento.

 

O trabalho revelou que os alunos expostos à vida académica universitária, quando comparados com aqueles de entrada recente no ensino superior, apresentaram proporção mais elevada de níveis de tabagismo (zero por cento nos não expostos para 19,3% nos expostos). “Ou seja – sustentou a investigadora - destes 154 alunos, aquando da entrada na universidade, nenhum fumava, no entanto, após dois anos de exposição universitária 19,3% dos indivíduos passou a fumar”.

 

Citada pela agência Lusa, Maria Piedade Brandão destacou também que a proporção de dislipidemia (presença de níveis elevados de lípidos no sangue) também aumentou com a exposição à vida universitária (28,6% nos não expostos para 44% nos expostos), bem como o sobrepeso (12,5% nos não expostos para 16,3% nos expostos).

 

O trabalho revelou ainda que os alunos que não estão expostos à vida universitária apresentaram padrões de saúde ligeiramente mais favoráveis do que aqueles que frequentam o ensino superior. Foi também encontrada uma proporção elevada de sedentarismo em ambos os grupos (79,6% nos não expostos e 80,7% nos expostos).

 

Esta investigação recorreu a técnicas invasivas de recolha de dados, como a medição de glicemia, perfil lipídico e níveis séricos de homocisteína (aminoácido não essencial que tem sido apontado por alguns investigadores como causa independente de doença cardiovascular).

 

Fonte: www.alert.pt

 

publicado por Cátia Pontes às 11:58
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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011
Rede de restaurantes de comida saudável

 A Direcção-geral da Saúde e a Plataforma Contra a Obesidade aderiram a um programa europeu de combate à obesidade, que disponibiliza uma rede de restaurantes de comida saudável para quem recebe subsídio de alimentação em títulos.

A iniciativa Food Program é desenvolvida por uma empresa de títulos de refeição e conta com o apoio da Comissão Europeia e a parceria, em Portugal, da Direcção-Geral de Saúde (DGS) e da Plataforma Contra a Obesidade.

Em comunicado, os promotores da iniciativa explicam que o objectivo «é que os trabalhadores de todos os países que recebem o subsídio de alimentação em títulos possam ter à sua disposição uma rede certificada de restaurantes que sirvam comida saudável».

Sob o lema «uma alimentação saudável» será criado um guia que garanta uma alimentação com qualidade gastronómica e que ajude as pessoas a manterem-se saudáveis e elegantes, acrescenta a nota.

Este programa é uma das apostas da União Europeia para melhorar a alimentação da população activa e está já em vigor em Espanha, França, Itália, Bélgica, República Checa, Suécia e Eslovénia. Portugal aderiu no passado dia 14.

Além da certificação de uma rede de restaurantes, e empresa de títulos de refeição ligada a este projecto compromete-se a fazer chegar aos trabalhadores, que recebem os subsídios de alimentação através dos seus títulos, informação adicional sobre as formas de melhorar a alimentação.

Além disso, compromete-se a organizar conferências, jornadas e seminários sobre o tema e a promover a educação alimentar e nutricional nas empresas suas clientes.

Em Portugal há cerca de três milhões de adultos com peso excessivo, incluindo cerca de 400 mil com obesidade. Destes, 36 mil terão obesidade mórbida.

 

Fonte:sol.sapo.pt

publicado por Cátia Pontes às 15:11
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