Terça-feira, 19 de Julho de 2011
Ovos podem reduzir tensão arterial

"Os ovos são bem conhecidos por serem uma excelente fonte de proteínas, lipídios, vitaminas e minerais, mas investigadores da Universidade de Alberta, EUA, descobriram recentemente que estes também contêm propriedades antioxidantes, que ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares e do cancro, aponta um estudo publicado na revista “Food Chemistry”.

 

A equipa, liderada por Jianping Wu e Andreas Schieber, analisou gemas de ovos produzidas por galinhas alimentadas com uma dieta típica, composta por milho. Os resultados mostraram que as gemas continham dois aminoácidos, o  triptofano e a tirosina, com altas propriedades antioxidantes.

 

Depois de analisarem as suas propriedades, os cientistas determinaram que duas gemas em estado bruto tinham quase o dobro das propriedades antioxidantes encontradas numa maçã.

 

No entanto, quando os ovos foram fritos ou cozidos, as propriedades antioxidantes foram reduzidas a metade, e a um pouco mais da metade, se os ovos fossem cozidos no microondas. "É uma grande redução, mas ainda assim deixa os ovos iguais às maçãs quanto ao seu valor antioxidante", observou Wu, em comunicado.

 

A descoberta destes dois aminoácidos na gema do ovo, embora importante, significa apenas o início da pesquisa por propriedades antioxidantes nas gemas de ovos.

 

A equipa encontrou outro tipo de antioxidante já conhecido nos ovos, os carotenóides (pigmento amarelo na gema de ovo) bem como peptídeos. Num estudo anterior, Wu verificou que as proteínas do ovo são convertidas pelas enzimas do estômago e do intestino delgado, produzindo peptídeos que agem da mesma forma que os inibidores da enzima de conversão da angiotensina, fármacos usados para baixar a pressão arterial.

 

Essa descoberta desafia a sabedoria comum e contradiz a percepção pública de que os ovos aumentam a pressão arterial devido ao seu alto teor de colesterol. Pesquisas adicionais realizadas poderão usar os peptídeos para ajudar a prevenir e a tratar a hipertensão.

 

O líder da equipa está convencido os peptídeos também têm propriedades antioxidantes, levando-o a sugerir que, quando completar o próximo passo da investigação, o resultado será provavelmente o de que os ovos têm mais propriedades antioxidantes do que do que se conhecia até agora."

 

Fonte: www.alert.pt

publicado por Cátia Pontes às 10:05
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Sexta-feira, 15 de Julho de 2011
Alimento da semana: AMORA

Detentora de propriedades depurativas, digestivas, refrescante, doce e pouco ácida, a amora é conhecida por ter inúmeros benefícios para a nossa saúde. Qualidades estas que podem ser “extraídas” tanto do fruto, como da flor ou das folhas das amoreiras.

 

Todos os benefícios associados à amora devem-se evidentemente à sua composição altamente nutritiva. A amora contém assim uma grande percentagem de fibras, vitamina C, vitamina K, vitamina A, tiamina (vitamina B1), ácido fólico e minerais, como o fósforo, ferro, potássio e principalmente cálcio, sendo desta forma indicada para pacientes com osteoporose.

 

Uma das propriedades naturais deste fruto é de facto ser um importante adstringente natural. A aplicação da amora permite assim a contracção dos tecidos e dos vasos sanguíneos reduzindo desta forma as secreções e constituindo uma camada protectora. Ao permitir a contracção dos tecidos, ajuda no combate a inflamações dos intestinos, dos órgãos genitais, assim como da boca e da garganta. Neste último caso, para que o efeito seja perfeito, o melhor é mesmo tomar o sumo de amora quente com um pouco de mel.

 

Por outro lado é um antidiarreico poderoso. A ingestão de amoras permite um alívio quase imediato da diarreia. Utiliza-se assim as folhas, os rebentos e as raízes das amoreiras para o tratamento da diarreia e da disenteria.

A amora contribui também para a redução do risco de incidência de doenças cardiovasculares, pois contém pectina em abundância, uma fibra solúvel que ajuda a reduzir os níveis de colesterol no sangue e é muito recomendada a pacientes que sofrem de reumatismo, artrite e gota.

Para além disto, a amora contém uma grande proporção de antioxidantes, cujo papel é também essencial na preservação do coração. Este elevado poder antioxidante, possui também propriedades de anti-envelhecimento, tendo uma acção benéfica sobre todo o nosso organismo, reduzindo assim os efeitos do tempo sobre o nosso corpo, preservando todos os nossos órgãos.

 

A amora é uma das frutas que mais bem faz ao nosso sistema nervoso, e isto porque melhora o funcionamento do nosso cérebro, estimulando-o. Esta característica foi aliás já evidenciada em vários estudos científicos. Comer amoras ajuda na conservação do equilíbrio, da memória e da coordenação motora das pessoas mais idosas. Trata-se deste modo de um excelente ingrediente a manter ou a integrar na alimentação destas pessoas.

 

Além destes benefícios, é ainda de salientar o importante papel que a amora pode desempenhar na prevenção de infecções urinárias e doenças gástricas. Neste caso, são utilizadas as flores da planta, as quais são extremamente diuréticas e facilitam a eliminação da urina permitindo assim o tratamento das vias urinárias. Tem igualmente uma função essencial na redução do risco de úlcera ou ainda de cancro do estômago. Ajuda também no controlo da glicose no sangue e proporciona também uma melhoria da visão. As suas flores são também utilizadas para aliviar problemas pulmonares.

Pouca calórica, contendo apenas 57 Kcal/100g, é um ingrediente a incluir na nossa dieta para que possamos usufruir de todos os benefícios e viver melhor.

 

Escolha bem: a polpa da amora é bastante frágil, por isso prefira as vendidas em pequenas caixas que protegem de impactos exteriores.

 

Dicas de conservação:

No frigorífico, guarde-as numa embalagem fechada para não transmitirem sabor e aroma a outros alimentos, durante 1 ou 2 dias.

 

Receita: mousse de amoras

 

Ingredientes para 4 pessoas:

  • 4 colheres (chá) de gelatina vermelha em pó sem sabor
  • 3 colheres (sopa) de água fria
  • 300 g de amoras
  • 2 iogurtes naturais não açucarados
  • 4 colheres (sopa) de adoçante dietético em pó

Preparação:

 

Numa tigela, junte a gelatina com as 3 colheres (sopa) de água fria. Em seguida, leve a tigela ao lume, em banho-maria, por 5 minutos, ou até a gelatina estar bem dissolvida. Retire do lume e transfira o conteúdo para o liquidificador. Junte as amoras, o iogurte e o adoçante e bata até obter um
creme bem homogéneo. Distribua em quatro taças rasas e reserve no frigorífico durante 2 horas.

No momento de servir, decore com amora e hortelã.

 

publicado por Cátia Pontes às 17:28
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Quarta-feira, 13 de Julho de 2011
Será realmente benéfico reduzir o sal?

Numa revisão de estudos publicada na “Cochrane Library”, cientistas britânicos verificaram que, se bem que a diminuição do consumo de sal, aparentemente, conduz a leves reduções da pressão sanguínea, esse facto não se traduz na redução do risco de morte ou de doença cardíaca.

 

Contudo, segundo os investigadores, os ensaios feitos até ao momento (e analisados nesta revisão) não são amplos o suficiente para demonstrarem qualquer benefício para a saúde do coração, por isso propõem a realização de estudos mais amplos.

 

"Com os governos a fixarem limites cada vez mais baixos para o consumo de sal e as empresas a tentarem eliminá-lo dos seus produtos, é realmente importante que façamos ensaios mais amplos para compreender os benefícios e os riscos da redução do uso de sal", disse, em comunicado, Rod Tyler, da University of Exeter, Reino Unido.

 

A maioria dos especialistas concorda que consumir sal em excesso faz mal à saúde e que diminuir a sua ingestão reduz a tensão arterial em pessoas com a pressão arterial normal e alta. Contudo, refere a mesma nota enviada à imprensa, os cientistas precisam demonstrar se o benefício para a pressão arterial se traduz numa melhoria da saúde cardíaca na população em geral.

 

O especialista explicou "que (na análise aos estudos) podem não ter encontrado grandes vantagens (da redução do consumo de sal) devido ao facto de ter sido analisado um pequeno número de pessoas ou porque a redução no uso de sal foi relativamente pequena".

 

"As pessoas dos ensaios que analisámos apenas reduziram o consumo de sal de forma moderada, de modo que o efeito sobre a pressão arterial e doenças cardíacas não foi grande", acrescentou.

 

Muitos dos países desenvolvidos aprovaram directrizes, recomendadas pelos governos, para que as pessoas reduzam o consumo de sal ou sódio para beneficiar a sua saúde a longo prazo. A Organização Mundial de Saúde coloca a diminuição do uso de sal entre as 10 melhores maneiras de baixar as taxas da doença crónica.

 

A equipa liderada por Taylor analisou os resultados de sete estudos que incluíram 6.489 participantes. Segundo o comunicado de imprensa, os cientistas referem que estas informações seriam suficientes para tirar conclusões, mas acreditam precisar de dados de, pelo menos, 18 mil pessoas para poder identificar algum benefício claro para a saúde.

 

Fonte: www.alert.pt

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publicado por Cátia Pontes às 15:12
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Terça-feira, 12 de Julho de 2011
Pais com maior conhecimento de nutrição têm filhos com menos peso

"Os pais com um maior conhecimento dos comportamentos alimentares saudáveis têm filhos com um menor índice de massa corporal (IMC), mas não conseguem modificar as preferências alimentares das crianças, aponta um estudo de uma investigadora portuguesa, que teve como objectivo verificar se o conhecimento nutricional dos pais tem ou não efeitos positivos.

 

A análise da investigadora Graça Andrade, da Escola Superior de Tecnologia de Saúde de Lisboa, foi feita junto de pais de 231 crianças entre os cinco e os seis anos de idade, em jardins-de-infância de Loures, e foi apresentada na Conferência Internacional de Obesidade Infantil, que ocorreu em Oeiras.

 

Dos pais estudados, 12% apresentou baixos conhecimentos, 52% um nível médio e 35% corresponderam a um conhecimento elevado. A análise conclui também que os pais com um maior conhecimento sobre nutrição têm uma maior percepção de que controlam o comportamento alimentar das crianças.

 

Mas há aspectos que não são influenciados pelo nível de informação nutricional dos educadores, como o caso dos gostos alimentares das crianças, segundo explicou à agência Lusa, Graça Andrade: “Os pais com bons conhecimentos não têm crianças a preferirem alimentos mais saudáveis”.

 

Deste modo, e segundo a especialista, continua a ser preciso que os adultos influenciem a alimentação das crianças com outras estratégias, como fazer com que comam pequenas quantidades de alguns alimentos, mesmo que não gostem. Graça Andrade revelou ainda que expor uma pessoa oito vezes a um alimento aumenta a sua preferência por ele. Outra das estratégias é o aleitamento materno, já que o leite humano tem sempre um sabor variável, o que ajuda a criança a habituar-se a gostar de maior variedade."

 

Fonte: www.alert.pt

publicado por Cátia Pontes às 10:54
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Segunda-feira, 11 de Julho de 2011
Rotulagem de alimentos irá ter novas regras

 O Parlamento Europeu aprovou novas regras de rotulagem dos alimentos, passando esta a ser mais clara e legível para permitir aos consumidores escolherem mais facilmente o que pretendem adquirir, segundo uma notícia difundida pela agência Lusa.

 

A nova legislação, negociada entre os eurodeputados e os Estados-membros, visa garantir que a rotulagem dos alimentos na UE “seja mais clara e legível, criando condições para que os consumidores possam fazer escolhas mais saudáveis”, segundo fonte do Parlamento.

 

O regulamento actualiza as regras da UE aplicáveis à rotulagem dos géneros alimentícios, fundindo num único diploma legislativo as directivas sobre a rotulagem em geral e a rotulagem nutricional.

 

Por exemplo, as substâncias que provocam alergias terão de ser incluídas na lista de ingredientes, de modo a que os consumidores as identifiquem com facilidade. A informação sobre as substâncias alergénicas terá também de ser fornecida em relação a alimentos não embalados, como os que são vendidos em restaurantes ou refeitórios. A indicação do país de origem passa a ser obrigatória para a carne fresca de suínos, caprinos, ovinos e aves.

 

Os consumidores deverão também ser informados sobre a fonte específica de óleos vegetais usados em produtos, como, por exemplo, o óleo de palma.

 

O regulamento prevê uma derrogação relativa à declaração nutricional obrigatória para os produtos artesanais. O texto inclui ainda regras específicas para a rotulagem da "imitação" autorizada de produtos alimentares.

 

O novo regulamento também tem por objectivo a redução da burocracia para os produtores e operadores do sector alimentar e reforçar o mercado interno dos 27.

 

Fonte: www.alert.pt

 

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publicado por Cátia Pontes às 10:50
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Quinta-feira, 7 de Julho de 2011
Alimento da semana - CHUCHU

O chuchu é uma hortaliça fruto, ou seja, um vegetal da categoria dos frutos, que apresenta um elevado teor de água e um baixo valor energético (em 100 g de alimento existem 31 Kcal e 91% de água). Portanto à semelhança de outros hortícolas, é um alimento pobre em energia, podendo ser consumido em quantidades apreciáveis.

Por todas estas características, o chuchu é muito utilizado em dietas.

É também um legume de fácil digestão, sendo por isso muito útil em casos de debilidade estomacal.

Entre outros nutrientes, fornece particularmente fibra e potássio. O primeiro contribui para o bom funcionamento intestinal, para a regulação dos níveis plasmáticos de colesterol LDL “mau colesterol” e para a melhoria da função cardiovascular. O segundo, desempenha um papel importante na regulação da tensão arterial, no equilíbrio dos fluidos do corpo e na contracção muscular.

Por outro lado, o chuchu é fonte de vitaminas A, B e C.

Esta hortaliça de sabor suave tem quantidades consideráveis de niacina, uma das vitaminas do complexo B, que promove o crescimento, contribui para a saúde da pele e estimula o apetite. Porém a sua ingestão poderá ser restrita no caso de insuficiência renal.
Contém ainda quantidades significativas de minerais como, ferro, magnésio, cálcio e fósforo, que contribuem para a formação dos ossos e dentes e evitam a fadiga mental.

Este alimento é também muito importante, principalmente, na alimentação dos bebés, pois estes precisam de maiores quantidades de minerais e niacina para o seu crescimento, desenvolvimento e fortalecimento.

 

Apesar de simples, o chuchu, combinado aos demais alimentos, numa refeição, contribui significativamente para equilibrar o aporte calórico, evitando a ingestão de calorias.

Se for cozido sem sal, o chuchu é recomendado para o tratamento da pressão arterial alta e tem efeitos diuréticos.

As suas folhas, que são calmantes e refrescantes, podem também ser usadas em saladas.

 

Na hora de comprar, procure escolher o que tiver casca brilhante e sem sinais de podridão. Rejeite se se apresenta mole.

 

Dicas de conservação:

À temperatura ambiente, até 3 dias ou no frigorífico, na parte menos fria, até 1 semana.

 

Receita: creme de chuchu com milho

 

Ingredientes para 4 pessoas:

  • 1 cebola grande
  • 3 dentes de alho
  • 1 batata
  • 1 chuchu
  • 1 alho francês
  • Água
  • Sal
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 150 g de milho congelado
  • Queijo parmesão

Preparação:

 

Descasque a cebola, os dentes de alho, a batata e o chuchu. Corte os legumes em pedaços para dentro de uma panela pequena. Corte o alho francês em rodelas, lave em água corrente e junte aos restantes legumes. Cubra com água, tempere com sal, tape e leve a ferver sobre lume moderado até os legumes estarem macios.
Adicione o azeite e triture tudo com a varinha mágica até os legumes estarem em puré. Adicione o milho, rectifique o sal e deixe retomar fervura.

Sirva bem quente com raspas de queijo parmesão.

 

 

publicado por Cátia Pontes às 14:51
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